Depois de não ter lido o seu próprio programa de governo e se dar ao luxo de “matar” um comício em Guarulhos com o “migué” de que está dando assistência à filha, a candidata do PT Dilma Rousseff está abusando da sorte e, por mais que faça isso, tem plenas chances de ser eleita.
Às vezes me pergunto por que raios isso acontece. No meu ponto de vista, um canditato perde bastante credibilidade comigo quando sequer não lê o próprio projeto de governo. Se o canditato não se atenta ao próprio projeto de governo, que no meu ponto de vista é fundamental para a conjectura de seu governo, como imaginar um governo dessa candidata?
Outra observação interessante, pelo menos para nós que fazemos parte da academia, foi o fato de Dilma deixar no ar um currículo Lattes com o doutorado interrompido sem terminar o mestrado. Em 1998, será que ela estava fazendo o “doutorado direto”? Será que foi isso? Provavelmente. Não há uma outra alternativa senão essa.
E quanto ao candidato que monta na sua campanha uma favela fake? Como seria o seu governo se fosse eleito? Fake?
Às vezes paro para refletir e, diante de tantas informações, tento concluir que, se nas campanhas esses pequenos “erros” acontecem, a probabilidade de isso ocorrer num eventual governo será muito grande.
É verdade que somos seres humanos e o erro é inerente à nossa condição. Como diz aquela frase, “errar é humano”. Mas, por favor senhores candidatos, política é coisa séria [é mesmo santo grande?]!!!!! Já chega de “erros grosseiros”!!!!! (5 exclamações)
Quero depositar meu voto para um candidato que tenha boas perspectivas para o país, que priorize a educação e acima de tudo o conhecimento. Gostaria de depositar meu voto para verdadeiros líderes, que saibam doar, servir o povo, entender que conhecimento é algo valioso para o ser humano e a evolução de uma nação.
Veremos quem vai me convencer no fim das contas.



Creio eu que há uma grande diferença entre política e campanha. A campanha sendo fake ou não, ela não passar de um marketing. Aquela velha história do poder da oratória, da televisão e do dinheiro.
Agora quando penso nos atuais rumos que a política brasileira tem tomado fico bastante otimista e ansioso. Pois apesar de 8 anos de políticas voltadas para o lado social, grandes mudanças e indicadores, muito pouco foi feito se comparado ao problema total.
Desta forma quero ver o que mais essa política de “esquerda” tem a oferecer. No poker da campanha, pago para ver o que tem nesse flop. Não gosto do blefe do Serra. Aposto na Dilma querendo ver a consolidação de uma nova era na política brasileira, e o Brasil se tornando exemplo de país para o mundo.
Grande Hugo,
Assim espero, embora não acredite nisso fidedignamente. Mesmo que o poder do marketing sobrepuje às ações do próprio candidato, indicando-o o caminho para o menor deslize e maior atração para o voto, no fim das contas é o próprio candidato que dita as regras e suas ações, evidentemente que com a devida acessoria.
O problema é que nossas ações são fruto de nossos valores e no que temos de formação dentro daquilo que vivenciamos ao longo do tempo. Embora a nossa vida seja dinâmica com relação ao tempo, as nossas ações não necessariamente são tão dinâmicas assim.
Espero que eu esteja errado, hehehehehe…..
Obrigado pelo seu comentário.